A responsabilidade pelos investimentos na Copa, segundo o ministro, estão dividas entre as três esferas de governo que assinaram no mês de janeiro a Matriz de Responsabilidades com a definição clara de tarefas. Segundo ele, 85% dos recursos das obras de mobilidade urbana serão destinados ao transporte coletivo, como corredores de ônibus (BRTs) e transportes sobre trilhos. Haverá também a integração entre várias modalidades de transporte público. “Todos os investimentos prevêem a sustentabilidade futura”.
O ministro também ressaltou a necessidade de uma parceria entre o setor público e o privado. O governo mapeou dez áreas de investimentos para a Copa 2014: estádios, portos, aeroportos, saúde, segurança, comércio exterior, energia, mobilidade urbana e hotelaria.
O setor turístico é um dos que a iniciativa privada poderá fazer investimentos. A previsão é de que o Brasil receberá 600 mil visitantes, enquanto na África do Sul a previsão é de 500 mil. O Ministério do Turismo, segundo Orlando Silva, já mapeou 65 destinos que cada um dos turistas poderá explorar durante o período de realização dos jogos. “Esses visitantes ficam no Brasil durante os jogos e vão se deslocar para conhecer outros pontos turísticos, o que vai movimentar também a economia do país”.
O ministro lembrou ainda aos empresários que a Copa do Mundo gera uma mídia espontânea que poderá ser explorada conforme as regras da Fifa. A audiência televisiva durante os jogos, disse ele, é de 30 bilhões de pessoas. “Este é um grande potencial que deverá ser explorado”, disse ele.
Fonte:Ascom – Ministério do Esporte

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